Um homem de 50 anos precisou de atendimento médico após confundir cola instantânea com colírio em Minas Gerais. O caso chamou atenção pelo risco de acidentes domésticos envolvendo embalagens pequenas e produtos guardados próximos a medicamentos.
Depois de aplicar o produto no olho por engano, o paciente apresentou aderência na região ocular e procurou atendimento em unidade hospitalar. Situações desse tipo exigem avaliação médica imediata para evitar lesões e complicações.
Especialistas orientam que, em caso de contato de cola instantânea com os olhos, a pessoa não deve tentar forçar a abertura das pálpebras nem usar objetos para remover o produto. O recomendado é procurar atendimento de urgência o quanto antes.
Também é importante manter colírios, medicamentos e produtos químicos em locais separados, com rótulos preservados e fora do alcance de crianças, idosos e pessoas com dificuldade de leitura.
O episódio serve de alerta para cuidados simples dentro de casa. Embalagens parecidas, pouca iluminação e pressa no uso de medicamentos podem aumentar o risco de enganos.
A prevenção passa por organização, conferência do rótulo antes do uso e armazenamento seguro de substâncias que podem causar danos à saúde.



