O governo federal prorrogou por 60 dias a cobrança de imposto de 12% sobre a exportação de petróleo bruto e minerais betuminosos.
A medida será reavaliada após 30 dias, levando em conta o comportamento do mercado internacional e os impactos sobre a economia brasileira.
A tributação incide sobre operações de exportação e foi mantida em meio a um cenário de incertezas externas envolvendo preços, demanda e fluxo comercial.
Decisões desse tipo afetam empresas do setor de energia, arrecadação federal, negociações comerciais e expectativas de agentes econômicos.
O petróleo tem peso estratégico na balança comercial brasileira, no planejamento de investimentos e no debate sobre política energética.
A prorrogação deve continuar sendo acompanhada por produtores, exportadores, especialistas em economia e representantes do setor produtivo.



