A vacina contra o HPV passa a ser indicada a vítimas de violência sexual a partir de 2 anos, conforme orientação divulgada pela área de saúde. A medida amplia a proteção em situações de vulnerabilidade e reforça a necessidade de atendimento rápido e acolhedor.
O HPV está associado a diferentes tipos de câncer e a imunização é uma das formas mais importantes de prevenção. Em casos de violência sexual, a vacinação deve fazer parte de um cuidado mais amplo, com atendimento médico, psicológico e acompanhamento da rede de proteção.
Proteção e acolhimento
A orientação exige atenção de serviços de saúde, conselhos tutelares, escolas, famílias e órgãos de proteção para que vítimas sejam encaminhadas corretamente.
Além da vacina, cada caso precisa ser avaliado por profissionais, respeitando idade, histórico vacinal, tempo da ocorrência e protocolos de cuidado.
A pauta tem relevância nacional e local porque municípios são a porta de entrada para vacinação, acolhimento e encaminhamento de crianças, adolescentes e adultos em situação de violência.


