O estado de São Paulo confirmou 16 casos de sarampo em 2026, segundo informações divulgadas nesta segunda-feira, 3 de agosto. A maior parte dos pacientes é formada por bebês de até um ano, faixa especialmente vulnerável à doença.
O avanço dos registros ocorre no início da Campanha Nacional de Multivacinação, que segue até 1º de setembro. A mobilização busca atualizar a caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos e reforçar a proteção contra doenças preveníveis.
Nas cidades paulistas com casos confirmados, a vacinação contra o sarampo foi ampliada para pessoas de 6 meses a 59 anos. A estratégia tenta reduzir o risco de circulação do vírus em áreas com maior vulnerabilidade.
Por que o alerta importa
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, transmitida principalmente por gotículas respiratórias. Febre alta, manchas vermelhas pelo corpo, tosse seca, irritação nos olhos e mal-estar estão entre os sinais de atenção.
A vacina tríplice viral, oferecida pelo SUS, é a principal forma de prevenção. Coberturas abaixo da meta aumentam a possibilidade de circulação do vírus e tornam surtos mais difíceis de controlar.
Mesmo quando os casos estão concentrados em outro estado, o alerta serve para todo o país. Famílias devem conferir a caderneta de vacinação, procurar a unidade de saúde e seguir orientações oficiais durante a campanha.




