A discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1 deve continuar no Senado em agosto, após o recesso parlamentar. A proposta trata do modelo em que o trabalhador cumpre seis dias de expediente para um dia de folga.
O debate também envolve a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. Se avançar, a mudança poderá impactar empresas, trabalhadores, escalas de atendimento, comércio, indústria e serviços.
Defensores da proposta argumentam que a revisão da escala pode melhorar qualidade de vida, saúde mental e convivência familiar. Setores empresariais, por outro lado, acompanham os efeitos sobre custos, contratação e organização de turnos.
Próximos passos
A tramitação ainda depende de articulação política, calendário legislativo e votação nas etapas previstas. Como se trata de tema com impacto nacional, o debate deve ganhar força no segundo semestre.
Para trabalhadores e empregadores, a orientação é acompanhar a tramitação oficial antes de tomar qualquer mudança como definitiva.




