A taxa média de recusa de doação de órgãos por familiares é de 45% no Brasil, segundo dados divulgados em pauta nacional sobre transplantes. O índice mostra que quase metade das autorizações não avança mesmo quando há potencial doador.
Entre setembro de 2025 e agosto de 2026, uma capacitação realizada em parceria com o Ministério da Saúde formou 2.534 profissionais para atuar no processo de doação e transplantes. A preparação busca melhorar a comunicação com famílias em momentos de luto.
A recusa familiar é um dos principais entraves para ampliar transplantes. No Brasil, a autorização da família é necessária para a doação de órgãos de pessoas falecidas, mesmo quando o potencial doador manifestou desejo em vida.
Conversa em família
Especialistas recomendam que as pessoas conversem com parentes sobre a vontade de ser doador. Essa manifestação prévia ajuda a reduzir dúvidas e dá mais segurança à família na hora de tomar uma decisão difícil.
A melhoria da abordagem hospitalar, aliada à informação pública, pode aumentar a efetivação das doações e diminuir o tempo de espera de pacientes que dependem de um transplante.


