O desemprego no Brasil caiu para 5,2% no trimestre encerrado em setembro, a menor taxa para esse período desde o início da série histórica, em 2012. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo IBGE na sexta-feira (30).
No trimestre anterior, de abril a junho, a taxa estava em 5,4%. Um ano atrás, no mesmo período de 2025, era de 5,6%.
O número de desempregados ficou em 5,6 milhões, 234 mil a menos que no trimestre anterior e 417 mil a menos que um ano antes.
Recorde de ocupados
Do outro lado da conta, 103,6 milhões de pessoas estavam trabalhando, o maior contingente já registrado pela pesquisa. Foram 581 mil a mais em três meses e 1,2 milhão a mais em um ano. O nível de ocupação, que mede a fatia da população em idade de trabalhar que está empregada, chegou a 59%, também recorde.
A informalidade, porém, segue alta. São 38,8 milhões de trabalhadores sem carteira assinada ou CNPJ, o equivalente a 37,5% dos ocupados, praticamente o mesmo patamar do trimestre anterior.
Renda estável
O rendimento médio habitual ficou em R$ 3.790, estável em relação ao trimestre anterior e 3,6% maior, já descontada a inflação, do que um ano antes. Somando o que todos os trabalhadores recebem, a massa de rendimentos chegou a R$ 387,5 bilhões, a maior da série.
Mais gente empregada e com renda maior ajuda a sustentar o consumo no comércio e nos serviços, inclusive nas cidades do interior.
Vagas na região
Em Ituiutaba, o Sine segue com vagas abertas. Nesta semana, o posto anunciou 50 vagas para operador de produção, com salário de até R$ 5,5 mil. A lista muda com frequência, e vale consultar o atendimento antes de ir.
No levantamento anterior do IBGE, a taxa já tinha recuado e atingido o menor nível para agosto desde 2012.




