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Morte de cabo da PM em Fronteira: Justiça mantém oito pessoas presas

Suspeito de atirar no cabo Danylo dos Santos Batista responderá por homicídio qualificado. Outros sete são investigados por posse de armas e por ajudar na fuga.

Por Tassio Alves Rezende • 04/11/2026 • 2 min de leitura
Morte de cabo da PM em Fronteira: Justiça mantém oito pessoas presas

Foto: Reprodução/Redes sociais

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A Justiça decretou a prisão preventiva das oito pessoas detidas depois do assassinato do cabo da Polícia Militar Danylo dos Santos Batista, de 38 anos, morto a tiros na segunda-feira (2) em um bar de Fronteira, no Triângulo Mineiro. A decisão atendeu a pedido do delegado de plantão da Polícia Civil.

Com isso, todos continuam presos enquanto a investigação avança. O suspeito de fazer os disparos vai responder por homicídio qualificado e ainda pode ser enquadrado por furto e porte ilegal de arma de fogo.

Quem são os outros presos

Dos outros sete, cinco foram autuados por posse de arma de fogo de uso restrito e supressão de sinal identificador de arma. Os dois restantes respondem por favorecimento pessoal, suspeitos de ajudar o atirador a fugir. A identidade dos envolvidos não foi divulgada.

Como foi o crime

O cabo, que era lotado no 28º Batalhão, em Unaí, estava de folga em Fronteira quando se desentendeu com um homem dentro do bar. O motivo da discussão não foi informado pela polícia.

Uma câmera de segurança registrou o suspeito atirando duas vezes contra o militar, à queima-roupa, e fugindo em seguida. Ele foi localizado em São José do Rio Preto, no interior paulista, com um casal suspeito de ajudar na fuga. A prisão teve apoio da Polícia Militar de São Paulo, já que Fronteira fica na divisa entre os dois estados.

Os policiais recuperaram duas armas: a do suspeito e a que pertencia ao cabo. O Microfone Aberto noticiou a morte e as primeiras prisões na terça-feira.

Homenagem da corporação

Em nota, a PM de Minas disse lamentar, “com profunda tristeza e indignação”, a morte do cabo, e afirmou que a atuação conjunta com a polícia paulista resultou na prisão de todos os envolvidos.

O caso segue em investigação na Polícia Civil. Com a prisão preventiva, não há prazo fixo para a soltura dos investigados, que podem pedir revisão da medida à Justiça.

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Tassio Alves Rezende
Sobre o autor

Tassio Alves Rezende

Jornalista responsável do Microfone Aberto, atuando na produção de reportagens, entrevistas, coberturas especiais e desenvolvimento editorial do portal.

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